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São Paulo, junho de 2024 – A WeWork, líder global em espaços de trabalho flexíveis, tem monitorado o fluxo de mais de 575 mil pessoas em mais de 700 cidades no mundo, sendo mais de 30 mil em suas 30 unidades no Brasil. Diante da movimentação do mercado imobiliário nos últimos três anos, desde a pandemia de covid-19, a empresa observa uma tendência de médias e grandes empresas, das mais tradicionais às mais modernas, locando seus espaços por um tempo médio de 24 meses, sendo que 35% dos contratos são de um ano ou menos. Os números indicam que essas corporações estão abandonando o modelo tradicional de locação imobiliária, com contratos de 15 anos, para opções mais curtas e mais econômicas em termos de Capex e Opex.
Nesse cenário, a WeWork no Brasil, reconhecida por seu pioneirismo entre as operações na América Latina, passa a focar em vendas de andares inteiros para se tornarem privativos e personalizados, com design internacional e de acordo com o branding da corporação locatária. Para a solução, chamada WeWork Corporativo, foram investidos mais de R$ 5 mil por m², considerando despesas de serviços e infraestrutura, incluindo móveis de design assinado, como Fernando Jaeger, Tidelli, Salvatore Minuano e Desmobilia.
“Por toda história da WeWork, sempre tivemos grandes empresas conosco. Mas, por vezes, elas chegavam buscando contratos temporários, enquanto realizavam obras em suas sedes. Desde a pandemia, o investimento de milhões de reais em Capex deixou de fazer sentido. Ou o dinheiro é usado para fazer obra ou para investir na companhia – e desenvolver o negócio é sempre prioridade. Com isso, as grandes empresas estão desmistificando a percepção de que espaços de trabalho compartilhados – os famosos coworkings - não podem ser privatizados, personalizados e incluir andares, ou mesmo prédios, inteiros. Estamos observando uma revolução no mercado imobiliário corporativo e a WeWork está no centro disso”, analisa Claudia Woods, CEO da WeWork na América Latina.
Em 2024, na WeWork Brasil, 40% dos clientes corporativos têm um modelo de contrato flexível, ou seja, têm mais cartões ativos do que posições, fazendo rotação entre os funcionários. “Isso porque você não precisa mais ter 200 posições para 200 colaboradores, os modelos de trabalho híbridos permitem às próprias empresas otimizarem seus espaços com mais pessoas ocupando uma mesma posição”, acrescenta a executiva.
Busca pela Zona Sul cresce em São Paulo
O monitoramento em tempo real da WeWork permite identificar os bairros que estão sendo mais procurados pelas médias e grandes empresas. Em São Paulo, de 2022 para 2024, o interesse pela Zona Sul cresceu 50% e pela região da Paulista cerca de 9,5%. O Itaim por sua vez não há quase inventário, uma vez que as lajes privativas já foram preenchidas, principalmente, pós-pandemia.
“Esse tipo de observação possibilita identificar hot spots e movimentações que impactam o mercado imobiliário corporativo. A criação do WeWork Corporativo é uma resposta a essas observações e uma solução para que médias e grandes empresas possam focar nos próprios negócios e nós cuidarmos do resto”, aponta Woods.
Mesmo privatizando e personalizando andares inteiros, a economia com relação ao real estate tradicional ainda é vantajosa, porque além dos custos com propriedade, ainda se economiza nas despesas operacionais, que incluem facilities, design e decoração, móveis, segurança de dados, wi-fi, limpeza, manutenção, segurança, impressão e suprimentos.
“O sistema plug-and-play permite às empresas se mudarem para uma WeWork no dia seguinte à assinatura do contrato – o espaço está pronto e damos o apoio à personalização, sem que o cliente precise pagar por esse serviço”, comenta Woods.
Os espaços da WeWork ainda incluem bicicletários, salas de jogos, de bem-estar, de maternidade, áreas de eventos, vestiários, estacionamentos, copas exclusivas, ambiente pet friendly, decks, espaços de teatro e rooftops.
Sobre a WeWork
A WeWork foi fundada em 2010 com a perspectiva de criar ambientes onde pessoas e empresas pudessem se unir e fazer o seu melhor. Desde a abertura do primeiro escritório em Nova York, nos tornamos um fornecedor de espaços flexíveis presente globalmente e comprometido em entregar soluções tecnológicas, ambientes inspiradores e experiências em comunidade inigualáveis. Estamos constantemente reimaginando como o local de trabalho pode ajudar a todos, de freelancers a empresas listadas na Fortune, a estarem mais motivados, conectados e a serem mais produtivos. A WeWork conta com 664 mil clientes ao redor do mundo, com mais de 700 unidades espalhadas por 39 países. No Brasil, a WeWork possui mais de 30 unidades em oito cidades - São Paulo, Alphaville, São Bernardo do Campo, Osasco, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre - e, por meio de mais de 500 parceiros de seu marketplace Station by WeWork, alcança todos os estados brasileiros, em mais de 150 cidades.
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