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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
Qual o tipo de moradia os brasileiros mais desejam?
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Qual o tipo de moradia os brasileiros mais desejam?

A pandemia também incentivou a reflexão sobre a relação custo-benefício dos imóveis, levando as pessoas a reavaliarem suas prioridade.

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Durante a pandemia, muitos brasileiros adotaram o home-office, mesclando o trabalho com a vida familiar. Isso levou várias pessoas a almejarem uma mudança em seu estilo de moradia, buscando ambientes mais amplos e em contato com a natureza.

Para realizar esse sonho, indivíduos com melhores condições financeiras optaram por investir em coberturas em edifícios. Embora tradicionalmente associadas a altos custos, incluindo o valor do condomínio, as coberturas passaram a ser vistas sob uma nova perspectiva devido à situação desafiadora causada pela pandemia.

O mercado imobiliário prontamente respondeu às crescentes demandas, lançando novos empreendimentos com diversas coberturas disponíveis em diferentes tamanhos e preços. Essa oferta ampliada possibilitou que mais pessoas considerassem essa opção como solução para suas necessidades de espaço e qualidade de vida.

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A pandemia também incentivou a reflexão sobre a relação custo-benefício dos imóveis, levando as pessoas a reavaliarem suas prioridades, dando mais importância ao espaço, conforto e proximidade com áreas verdes. Desse modo, as coberturas em edifícios se tornaram uma alternativa atraente para aqueles que buscam uma melhor qualidade de vida, equilibrando o trabalho e a vida familiar em um ambiente espaçoso e em contato com a natureza.

No cenário brasileiro, as casas em condomínios horizontais ganharam destaque como uma opção popular, permitindo que as pessoas desfrutem de segurança sem abrir mão da ideia de viver em um ambiente com jardim e espaço.

Com essa crescente demanda, os valores desses imóveis passaram por ajustes e a oferta se tornou escassa no mercado. Corretores de imóveis enfrentam o desafio de encontrar opções adequadas para clientes interessados e financeiramente capazes.

A imobiliária Coelho da Fonseca, especializada em imóveis de alto padrão em São Paulo, registrou um notável aumento de 250% na busca por casas e coberturas nos bairros luxuosos da cidade nos últimos dois anos, com preços iniciando a partir de 5 milhões de reais.

Luiz Coelho da Fonseca, diretor da imobiliária, observa que o conceito de "morar bem" evoluiu durante a pandemia. Anteriormente, a proximidade do local de trabalho era prioridade para economizar tempo no deslocamento, levando muitos a preferirem apartamentos. Contudo, a pandemia mudou essa perspectiva, e agora muitos compradores valorizam mais o espaço oferecido por casas, mesmo que isso signifique abrir mão da proximidade com o trabalho.

Antes da pandemia, 70% dos negócios da imobiliária envolviam apartamentos, enquanto casas e coberturas representavam 30%. Nos últimos dois anos, essa proporção se inverteu, com a preferência se inclinando para casas. Essa tendência deve continuar, mesmo com o aumento dos preços desses imóveis.

É importante destacar que a mudança para uma casa traz considerações além das financeiras, como a responsabilidade pela manutenção periódica e custos adicionais, como cuidados com jardim e piscina. Mesmo assim, muitas pessoas estão realizando o sonho de ter mais espaço em suas residências.

Com informações retiradas de Renata Firpo à Veja

FONTE/CRÉDITOS: Zeka Bocardi

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