Com a chegada do verão, é comum as pessoas intensificarem o número de viagens e a segurança residencial é uma preocupação a mais. Na busca de proteger o patrimônio, o monitoramento por câmeras é um dos atuais recursos mais procurados, principalmente por pessoas que moram fora de condomínios. Em várias cidades, moradores de bairros tem se reunido para implantar esse tipo de serviço, desenvolvendo um trabalho diferenciado, que permite o monitoramento de cada morador, através de aplicativo e pela internet.



Em alguns bairros, todas as ruas são monitoradas em pontos estratégicos, e os assinantes tem acesso às imagens, tanto em tempo real, como gravadas, através de aplicativo instalado no telefone celular.

“Eu procuro ficar atenta às câmeras quando estou longe, observo minha casa e o entorno, em caso de movimentação suspeita posso acionar a polícia de onde estiver”, conta a aposentada Célia Lima, usuária do sistema desde a implantação.

“A sensação de segurança que eu tenho depois que passei a assinar o serviço aumentou muito, se alguém da casa sai a noite, avisa a hora que está retornando, a gente observa pra saber se não tem nenhuma movimentação suspeita próxima, ter acesso às imagens em tempo me passam uma segurança bem maior”, afirma Janaína.

“O Santo Amaro e o São Caetano são bairros modelos para nós, implantamos primeiro e a partir do sucesso que alcançamos com nossos resultados pretendemos implementar o projeto em outros bairros”, comenta Matteus Bello, proprietário da empresa.

Matteus explica que são oitenta câmeras, espalhadas por todas as ruas dos bairros, que captam imagens de vários ângulos, contribuindo tanto para prevenção de crimes, quanto para a solução de crimes, caso venham a ocorrer. “Na maior parte das vezes as câmeras afastam os criminosos, o criminoso que já passou pelo local antes e viu que é todo monitorado não vai se aventurar a roubar, ou assaltar no local”, diz.

Apesar de o monitoramento completo ocorrer inicialmente em dois bairros, a pessoa que desejar ser usuária do sistema pode realizar uma consulta técnica com a empresa, que desenvolve um projeto específico para a rua onde o futuro cliente mora e passa também a oferecer o serviço a vizinhança.    

FONTE/CRÉDITOS: Jornal Terceira Via